ANTÓNIO GIL in «A CÉU ABERTO» (Prémio de Revelação de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores ano de 1999, edição Difel 2002)
alisas as pregas do vestido, as ondas aquietam-se, o mar agora cansado, parece repousar no teu regaço.
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o navio que te afastava suspendi atando / uma ponta de seu fumo a uma nuvem / outra a sua chaminé
ainda assim está, balouçando, sempre que nessa direcção a memória sopra).

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