ANTÓNIO GIL in «A CÉU ABERTO» (Prémio de Revelação de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores ano de 1999) vários outonos escorreram pelo aparo que rasga através da vidraça a serena caligrafia desta chuva .
destapo de novo as caixas onde depositei a intermitente luz que comanda os secretos mecanismos deste impulso...
...e recomeço a escrever como se para lá da chuva que cai, pudesse ainda haver um lugar para os desertos que continuamente me percorrem...
caro António, será muito bem-vindo ao 20º colóquio da lusofonia em Seia http://www.lusofonias.net/xx-coloquio-da-lusofonia.html
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